um blog de alguem do COUÇO, para lançar ideias e suscitar debate filhodocouco@sapo.pt
Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011
SERÁ JUSTO???

      A entrada na comunidade Europeia deixou de herança  a cultura dos subsídios.

Fomos habituados a ver os apoios á produção, á não produção, ás calamidades e sobretudo á esperteza.

 

Se por um lado eu entendo a aflição de mtos empresários por outro lado fico incomodado com certas reivindicações.

 

Entendo que o estado deve de proporcionar as melhores condições para que as coisas tomem o seu curso normal.

Mas nao concordo que as condiçoes sejam a fundo perdido ou de olhos fechados.

 

Sou forçado a concordar com o que me dizia um amigo há dias acerca dos vitivinicultores;  " se têm um mau ano e não produzem quase nada gritam por socorro mas, se pelo contrario produzem muito ninguém os ouve a dizer que há pra partilhar".

 

Será justo o estado estar sempre a dar nas alturas de carência e a nao ter retorno nos momentos de maior fartura???

 

Estamos por demais habituados a por as culpas de tudo no "Governo". Se chove, se faz calor, se ha trovoadas....

E o Governo apenas é culpado de nao saber servir os cidadãos e de gerir mal o que  é de todos nós.



publicado por filhodocouco às 19:25
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
DÁ QUE PENSAR...

    

Há dias vi  um texto que falava da colocação de desempregados e de receptores do Rendimento Social de Inserção (parece-me que não é esta a denominação, mas penso que sabem do que falo) a fazer trabalhos comunitários. Rapidamente fico perdido na dualidade da questão

Se por um lado entendo a posição dos que defendem esta causa por outro lado entendo que não é justa. Se há trabalho este deve de ser remunerado e não em troca de uns subsídios.

 

Em meu entender o problema não está na atribuição dos subsídios mas na sua eficácia e na fiscalização dos mesmos.

Todos os dias somos confrontados com situações que nos parecem injustas, e a vulgarização do "subsídiozinho" em nada ajuda.

Como em todas as situações o Homem sempre espreita a forma mais fácil de viver e de arranjar dinheiro.

 

No caso particular da nossa freguesia todos somos confrontados com situações que incomodam aqueles que  diariamente lutam pelo seu vencimento e muito dificilmente lhes chega ate ao  fim do mês. Naqueles que recebem as suas magras reformas de uma vida inteira em trabalhos agrícolas e que tanto lutam para poder  sobreviver.

Parece-me que é nesse sentido que se observam as maiores queixas e a maior revolta da população que ainda vai conseguindo manter algum trabalho remunerado.

 

Não conseguimos entender como é possível viver de subsídios  e ter carro sempre á disposição, viver de subsídios e todos os dias fazer as refeições fora de casa, viver de subsídios e  construir casa nova, viver se subsidio e... cada um tem mais umas quantas propostas para colocar aqui e ali .

 

Penso ser do conhecimento geral que as Juntas de Freguesia e as Câmaras Municipais  recrutam trabalhadores  nos centros de emprego porque lhes fica mais barato.   Apenas por uma percentagem do ordenado  e ao  esgotar o tempo de subsídio de desemprego as pessoas vão sendo "forçadas" a fazer alguma coisa.

Não me lembro de um caso de rendimento de inserção que tenha sido chamado a trabalhar. Certamente terei poucos conhecimentos nesta área ou estarei a por  a pata na poça?

 

Se há trabalho e, há pessoas sem trabalho, é fácil resolver a questão.

E não me venham com queixas de falta de dinheiro porque para mim é mais uma questão gestão de prioridades. A primeira deve de ser sempre o trabalho e o pão para a boca.

E aos que não querem trabalhar devemos deixar bem claro que não podem viver ás custas do suor dos outros.

Atrevo-me a dizer que não podemos pactuar com "parasitas sociais". Já os nossos avós diziam que anda meio mundo a tentar enganar o outro meio. Será que a sociedade conseguirá funcionar nestas condições por muito mais tempo?

 

Uma coisa eu  sei; o Estado somos nós, o dinheiro é de todos nós e todos devemos zelar pelo que é nosso.

Devemos lutar contra o facilitismo, contra a "escravidão" destes artefactos  usados com os desempregados e contra a subsidio-dependência. A nova forma de vida , que se vai observando por todo o lado. O que para uns é uma grande facilidade e  outros  nada conseguem! Porque será?  Fica no ar a pergunta para quem souber responder.

 



publicado por filhodocouco às 21:19
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